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WELISTON FERNANDES | PAPO DE OBRA
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Quando o assunto é a durabilidade das construções, poucas coisas são tão traiçoeiras quanto os agentes biológicos invisíveis que se escondem nas paredes, tectos e fachadas. Bolor, mofo e algas não só comprometem a estética dos ambientes como também colocam em risco a integridade da edificação e a saúde dos ocupantes. Neste artigo, vamos aprofundar as diferenças, causas, consequências e soluções para esses invasores silenciosos.
É a manifestação visível do crescimento de fungos em superfícies, geralmente como uma camada aveludada ou esbranquiçada. Pode apresentar cores como verde, preto, azul ou cinzento, dependendo do tipo de fungo e das condições do ambiente. Desenvolve-se em madeira, tecido, papel, alimentos e outras superfícies orgânicas.
Têm aspecto mais escuro (preto ou castanho), penetrando com maior profundidade nos materiais como reboco, tectos e tecidos. O mofo é muitas vezes mais resistente à limpeza e representa riscos mais acentuados para a estrutura e a saúde.
O bolor e o mofo libertam esporos e micotoxinas que podem ser inalados, ingeridos ou absorvidos pela pele. Esses agentes provocam:
As algas proliferam em ambientes húmidos e sombreados, especialmente em fachadas, muros e pisos exteriores.
Ignorar estes sinais resulta em altos custos de reparação, desvalorização do património e riscos legais por danos à saúde dos ocupantes.
Manutenção preventiva, diagnóstico precoce e tratamento adequado são essenciais para preservar a saúde da sua edificação e dos seus ocupantes.
Enfrenta problemas com bolor, mofo ou algas? Não espere piorar. Fale com um especialista e proteja a sua obra!
Depois de entender a importância da impermeabilização, descubra como planejar e controlar sua obra com eficiência usando ferramentas profissionais.
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